Red Dead Redemption - Um jogo, um curta e mais um clássico dos games.
terça-feira, 1 junho, 2010
Se antigamente jogos eram tidos como uma mera forma de diversão, hoje o mercado faz questão de se afirmar como um canal de entretenimento. E existe uma diferença muito grande entre uma “forma” e um “canal”. O nível de cuidado, e carinho até, no qual os jogos são pensados e trabalhados tem nos dado ótimos games, muitos deles mesmo até sendo recentes já recebem status de clássicos. Seja pelo roteiro extremamente trabalhado ou pelo visual cada vez mais realista e ao mesmo tempo surreal, os games estão deixando muitas outras mídias comendo poeira.
Semana passada foi lançado o Red Dead Redemption da Rockstar Games, a mesma empresa da série GTA. Além de diversos trailers, vídeos promocionais e demonstrações reais do jogo a Rockstar deu ao diretor John Hillcoat a missão de realizar um curta metragem contando a história do personagem principal. O diferencial é que ele só podia trabalhar com a engine que foi utilizada para criar o game.
Não tinha maneira melhor da Rockstar provar que RDR merecia destaque e várias horas da sua atenção. O curta foi exibido na FOX no ultimo final de semana e só pelo trailer você pode imaginar a qualidade do produto.
Não tem mais volta. Grandes lançamentos, com quebra de recordes no 1º dia de vendas e um buzz que antes só víamos em filmes são uma realidade. E que continue assim, nós, pessoas nada viciadas em jogos, agradecemos.
3D Mark 11 - Gráficos como você nunca viu
quarta-feira, 26 maio, 2010
A Futuremark apresentou seu novo benchmark, o 3D Mark 11, com estilo. Primeiro, o que é um benchmark? É nada mais que uma avaliação de desempenho do PC (mais na Wikipedia). Trabalhando em conjunto com o DirectX 11 o vídeo apresenta resultados assustadores.
Convergência
quarta-feira, 11 novembro, 2009
Convergir, segundo o pai dos burros, é dirigir-se para um mesmo ponto. No nosso caso e, grosso modo, para um mesmo aparelho.
Ãh??? Pois é, sabe o seu celular? Antes ele só ligava, era um telefone. Depois começou a mandar mensagem, pager. De repente, estava tirando foto, uma máquina. E daí passou a entrar na internet, mandar email e outras coisas mais, um computador.
Hoje, ele faz coisas que talvez nem seu pc faça, como enviar arquivos via bluethooth e conectar-se a dispositivos diversos. Pois é, galera, hoje podemos fazer de tudo em nosso celulares, inclusive ligar. Com esse exemplo, talvez seja mais fácil entender o fenômeno da convergência no seu nível mais básico, pois ele configura-se, de fato, como algo muito maior do que isso.
Tem um cara muito do nerd, que atende pela alcunha de Henry Jenkins, que descreve a coisa como uma transformação cultural mesmo, porque faz com que as pessoas tenham que fazer links entre vários meios midiáticos, fornecendo a elas múltiplas possibilidades de atuação no meio onde vivem, além de transformar a própria maneira como essas pessoas se relacionam e consomem esses meios.
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